quarta-feira, 6 de maio de 2009

A sorte.


Por tantas vezes insistiu em bater na mesma porta. Esperava com anseio por uma recepção calorosa e ardente. Tantos a desejavam!
Um certo dia, cansou de esperar no portão de entrada de número zero. Levantou-se, suspirou com melancolia, deu as costas e se foi.
Nunca mais viram a sorte passando por lá.

2 comentários:

João Paulo Güma disse...

saudade de tu, figura.

Marcella disse...

"A sorte vem de trem e também de avião..."